Igualitária: Revista do Curso de História da Estácio BH, No 4 (2014)

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SOCIABILIZAÇÃO, FÉ E PODER: UMA ANÁLISE ACERCA DO PAPEL SOCIAL DAS IRMANDADES NAS MINAS SETECENTISTAS

Leonardo Augusto dos Santos

Resumo


O presente artigo analisa o papel social desempenhado pelas irmandades mineiras nos setecentos onde sustentadas pelos leigos, essas associações surgem a partir da ingerência do Estado Absolutista português frente as questões sociais e espirituais. A Igreja Católica por sua vez atrelada a Coroa, e por força da instituição do padroado régio não tem uma atuação efetiva nos assuntos religiosos e sociais da época. As irmandades foram durante o século XVIII o principal meio de ajuda mútua entre os irmãos associados, que eram assistidos em situações que demandasse ajuda tais como: miséria, doença, viuvez, prisão, morte e a garantia de sepultamento digno. Desta forma, percebe-se que as irmandades não se preocupavam apenas com o “bem estar” espiritual, mas também, com todas as questões que envolvessem seus irmãos. O artigo verifica como se processou o assistencialismo social nos setecentos mineiro, contextualizando a atuação da Igreja católica no referido século, bem como analisando através do livro de compromisso as práticas sociais desempenhadas pela irmandade de Santo Antônio da Vila Nova da Rainha do Caeté.

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