Igualitária: Revista do Curso de História da Estácio BH, No 4 (2014)

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A REVISTA VEJA E O TERRORISMO, UMA INTERPRETAÇÃO DOS ANOS 60

Alexandre de Abreu

Resumo


Este artigo pretende analisar o terrorismo na década de 60, através de reportagens da Revista Veja compreendendo como este veiculo se posicionava a respeito do tema abordado, em uma época que os meios de comunicação passavam pela maior fiscalização da censura pelo Estado, na medida que o país estava sob um regime opressor, uma ditadura militar que cassou liberdades, direitos civis e censurou órgãos da imprensa que não se adequavam ao sistema imposto. E destaca-se no período o ex- deputado Carlos Marighella (1911-1969), eleito pelo PCB (Partido Comunista Brasileiro) na década de 40, partido que no período da Ditadura Civil Militar cai na clandestinidade e Marighella ganha destaque como o símbolo do terrorismo no Brasil, pois era o líder de um órgão importante da resistência, intitulado como ALN (Ação Libertadora Nacional), além de idealizar o comunismo como um sistema a ser adotado, destacando essa outra forma de pensar a sociedade na década de 60, que em parte não distinguia terrorismo e comunismo. Fato em que vai se enquadrar o governo e a Revista Veja.

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