Revista Educação e Cultura Contemporânea, Vol. 15, No 39 (2018)

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Contra a cegueira epistemológica nos rumos da teoria curricular itinerante

Maria Luiza Sussekind, João M. Paraskeva

Resumo


Este artigo é fruto de conversas entre pesquisadores e teorias que demarcam o campo do pensamento à esquerda explorando as características de abissalidade e cegueira epistemológica acusada no pensamento moderno tendo o dissenso como rota. Utiliza a metáfora do rio num movimento, em direção ao Sul, de enfrentamento da cegueira epistemológica argumentando como essas tradições fluem juntas e por si na história do campo das teorias curriculares e é inegável o quanto eles contribuíram para a luta por um currículo mais justo. Investiga a dialética da colonialidade esgarçando-a até questionar a colonialidade das dialéticas num contexto descrito como um rio caudaloso das teorias curriculares. Conclui que precisamos interrogar mais os modos de ver e conhecer o mundo, que, por serem manipuladores de cegueira, coagulam a luta dos que almejam criar e existir em copresença fazendo uso de uma teoria curricular itinerante.

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Revista Educação e Cultura Contemporânea 2004-2019 | Universidade Estácio de Sá
ISSN online: 2238-1279

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